A rentabilidade mínima sugerida que nunca foi alcançada
23 out, 2025 - Por Redação
Série de Reportagens APAR-RS: Cenários passados auxiliam na construção do futuro
A migração de um plano vitalício, de Benefício Definido (BD), para o chamado Plano de Contribuição Definida (CD) era “vendida” como uma solução. Os estudos entendiam que a aplicação dos recursos deveria dar um retorno líquido de 5,22% ao ano, como relatou Fernando Mirancos, aposentado da Eletropaulo e uma das lideranças sobre o assunto em São Paulo, na matéria anterior desta série de reportagens. Mas ele também revelou que esta rentabilidade mínima nunca foi alcançada. Isso levou um grupo de assistidos da Fundação CESP (que hoje atende pelo nome fantasia Vivest) a levar o assunto a outras esferas. Primeiro eles procuraram o próprio fundo de pensão; depois, a Previc. Confira no vídeo o que eles disseram.
Essa impossibilidade de “correção de rumos” que pode ser feita no plano vitalício faz muita falta depois da migração, configurando esse movimento como algo que ele considera ser um problema muito mais grave do que a retirada de patrocínio.
Fernando Mirancos faz, no próximo vídeo, um resumo de como eles se organizaram para este enfrentamento e aborda algo muito importante: o papel da Previc neste cenário.
Na próxima reportagem desta série, Mirancos conta um exemplo prático do porquê ser tão positivo para as patrocinadoras a retirada do patrocínio. Não perca!